Ministério Clevam

Ministério Clevam
A Igreja que cresce em amor

segunda-feira, 11 de julho de 2011

PARA QUE VIVER?

SALMO 16.1-11

O Senhor é a porção da minha herança e o meu cálice; tu és o arrimo da minha sorte. (Sl 16.5.)

Estávamos em uma reunião de oração, e passaríamos a noite toda em vigília, com os adolescentes da igreja. Eram perto de cinqüenta jovens, de treze a dezessete anos de idade. Como não podíamos fazer barulho com instrumentos nem usar microfone, o Senhor nos orientou a nos assentarmos, formando um grande círculo. Cada um deveria falar um pouco de sua vida, a fim de nos conhecermos melhor. Então deveríamos orar uns pelos outros. E assim fizemos. Ouvíamos o testemunho, orávamos, cantávamos um cântico escolhido por aquele adolescente e meditávamos no versículo bíblico selecionado por ele. Ao chegarmos ao quinto jovenzinho, ele estava chorando.
“Hoje era para eu estar morto”, disse. “Eu ia me suicidar. Aproximei-me da janela do 13º andar de um prédio e preparei-me para saltar. Então uma forte mão me empurrou para trás e ouvi a voz do Senhor, falando-me: ‘Não faça isso; eu amo você’.”
Todos nós ouvíamos assustados aquelas palavras, pois esse jovem era membro da igreja, e nascera no evangelho. Como poderia estar tendo idéias de suicídio?
E ele continuou:

“Para que viver? Meus pais não se importam comigo. Meu irmão maior é o preferido de meus pais, e eu sou o ‘patinho feio’. Tudo o que falo ou faço está errado. Eles não se importam comigo. Não vale a pena viver.”
Conversamos com ele e oramos em seu favor. Mas quantos pais nem ao menos percebem que seus filhos estão carentes de seu amor, de atenção e carinho?
Cuide melhor de seu filho adolescente. Seja amigo dele. Converse. Ouça o que ele tem a dizer. E orem juntos. Nossos filhos não são iguais.
Que bom que o Senhor não tem filhos prediletos.
Que bom que Deus me ama como sou.

Que bom que ele me limpa do pecado e me torna filho seu.
Que bom que seu Espírito me é dado e sou por ele convidado
A morar no céu;
A participar da mais linda festa, feita para quem já o recebeu.

Pai, dá-nos mais amor e compreensão para com os nossos filhos, nossos pais, nossos vizinhos, nosso próximo. Que saibamos como é importante a nossa atenção para quem convive conosco. Dá-nos mais de teu amor. Em nome de Jesus! Amém.

sábado, 9 de julho de 2011

Fugindo do perigo

2 TIMÓTEO 2.14-26

Foge, outrossim, das paixões da mocidade. Segue a justiça, a fé, o amor e a paz com os que, de coração puro, invocam o Senhor. (2Tm 2.22.)

Andar pelos caminhos da vida,
Comer dos frutos que se produzem na lida,
Olhar para o alvo, evitar o mundo;
Fugir das paixões e seu intento imundo.
Sentir o ar puro de um caminho limpo,
Ou esquivar-se do odor de um lugar promíscuo.
Falar, cantar, contar os contos
De vidas que foram e deixaram marcas.
Corar de vergonha quando se erra,
Pedir perdão e se prostrar em terra,
Para orar, para adorar.
E, atento, no caminho andar,
Deixando Cristo nos guiar.

Conta-se que certo rei da Inglaterra estava precisando de um novo cocheiro. Entre os vários candidatos ao cargo, apenas dois foram selecionados para a entrevista real. Eram os melhores do reino. O primeiro, ao ser
interrogado pelo monarca a respeito de suas habilidades, disse:
– Majestade, eu tenho destreza incomparável para guiar os doze cavalos da carruagem real. Como prova, posso demonstrar que passo, em alta velocidade, a dois palmos da beira do precipício nas curvas da montanha da saída do palácio.

O rei estava impressionado, e perguntou ao segundo cocheiro:

– E, você? Como pode me demonstrar a sua habilidade?
E ele respondeu ao rei:

– Majestade, sempre que possível, evito passar por caminhos muito perigosos. Não ouso chegar perto dos precipícios. Quanto a essa citada curva, eu prefiro tomar a estrada um pouco mais longa, ao pé da montanha,
e ter uma viagem mais tranqüila e segura.

Com essa resposta, o rei escolheu o segundo como seu novo cocheiro.
Assim também o apóstolo Paulo aconselhou seu jovem filho na fé, Timóteo, a evitar o perigo de pecar: Foge, outrossim, das paixões da mocidade (2Tm 2.22). Não se brinca com o perigo. Não se brinca com o pecado.
Não se brinca com questões de vida eterna.

Pai, ajuda-me a estar sempre pertinho de ti. Não quero brincar com o pecado. Em nome de Jesus! Amém.

sexta-feira, 8 de julho de 2011

As chuvas

JOEL 2.1-32

Alegrai-vos, pois, filhos de Sião, regozijai-vos no Senhor vosso Deus, porque Ele vos dará em justa medida a chuva; fará descer, como outrora, a chuva temporã e a serôdia. (Jl 2.23.)

Há chuva forte que amedronta o coração,
Há tempestade com vento e furacão,
E também sobre a terra cai aquela fininha,
Que parece passar não vai.
Chuva que banha a plantação
E renova o verde como uma canção.
Que limpa o ar e agita o mar.
Que cumpre o propósito de Deus:
De abençoar a cada um dos filhos seus.

A chuva temporã e a serôdia são promessas
Do Deus zeloso que se compadece de seu povo.
E, ao final, lhe envia o cereal,
O vinho que aos seus olhos dá o brilho;
O óleo para untar, cozinhar,
Silenciar engrenagens gritantes, conflitantes.
E, após trazer ao povo tal fartura,
Da verdura da terra pela chuva,
Ele diz ao seu rebanho: “Não há o que temer!”
Quando no Senhor a gente crê,
Percebe que a terra abençoada é o coração
Que produz como a fartura da plantação,
Pelo efeito da chuva prometida.

Que chuva bendita! Representa o Espírito de Deus,
Que abençoa e faz fecundos os filhos seus!
Deus tem chuvas de bênçãos para a sua vida. Ele quer abençoar e fazer fecundo o seu coração, produzindo os frutos da sua presença: amor, alegria, paz, bondade, fidelidade, longanimidade, benignidade, temperança e domínio próprio.

Pai, manda sobre a minha vida as tuas chuvas. Que o meu coração seja um bom terreno para produzir e multiplicar o fruto da tua presença. Em nome de Jesus! Amém.