Ministério Clevam
A Igreja que cresce em amor
quarta-feira, 30 de novembro de 2011
Volte Para Casa
A prática de usar coisas terrenas para esclarecer verdades celestiais não é uma tarefa fácil. Todavia, ocasionalmente, encontramos uma história, uma lenda ou fábula que transmite uma mensagem tão exatamente como centenas de sermões e com uma criatividade dez vezes maior. Esse é o caso da leitura abaixo. Eu a ouvi contada pela primeira vez por um pregador brasileiro em São Paulo. Embora a tivesse repetido inúmeras vezes, sua mensagem me aquece e me dá nova segurança sempre que faço uma recapitulação da história.
A casinha era simples mas adequada. Ela consistia de um quarto amplo numa rua empoeirada. Seu telhado de telhas vermelhas era um dentre os muitos naquele bairro pobre na periferia da cidade. Era uma casa confortável. Maria e sua filha, Cristina, haviam feito o possível para acrescentar cor às paredes cinzentas e calor ao chão de terra batida: um velho calendário, uma fotografia desbotada de um parente, um crucifixo de madeira. A mobília era modesta: um catre em cada lado do quarto, uma pia e um fogão a lenha.
O marido de Maria morrera quando Cristina era criança. A jovem mãe, recusando teimosamente casar-se de novo, arranjou um emprego e criou a filha do`melhor modo que pôde. Agora, quinze anos mais tarde, os piores anos tinham passado. Embora o salário de doméstica recebido por Maria não lhes permitisse muitos luxos, ele era certo e fornecia às duas alimento e roupas. Cristina tinha também chegado a uma idade em que poderia arranjar um emprego e ajudar a mãe.
Alguns diziam que Cristina puxara à mãe em sua independência. Ela repelia a idéia de casar-se cedo e criar uma família, embora pudesse escolher entre vários pretendentes. Sua pele morena e olhos castanhos atraíam uma série de candidatos à sua porta. Ela tinha um jeito especial de jogar a cabeça para trás e encher o ambiente de riso. Tinha também aquela magia rara que algumas mulheres têm de fazer com que o homem se sinta um rei só por estar a seu lado. Mas a sua maneira irônica de tratar as pessoas mantinha todos os homens a uma certa distância.
Cristina falava muito de ir para a cidade. Ela sonhava em trocar seu bairro poeirento por avenidas suntuosas e a vida citadina. Essa idéia horrorizava a mãe. Maria imediatamente lembrava Cristina dos males das cidades grandes. "As pessoas não conhecem você. Os empregos são difíceis de achar e a vida é cruel. Além disso, se fosse para lá, como iria viver?"
Maria sabia exatamente o que Cristina faria, ou teria de fazer para sustentar-se. Foi por isso que seu coração partiu-se ao acordar certa manhã e ver vazio o leito da filha. Maria soube na mesma hora para onde ela havia ido e sabia também o que deveria fazer para encontrá-la bem depressa. Jogou algumas roupas na mala, reuniu todo o dinheiro que tinha e saiu correndo de casa.
A caminho do ponto de ônibus entrou numa lojinha para a última compra. Fotos. Ela sentou-se na cabine de fotografia, fechou a cortina e tirou fotos suas, gastando quanto pôde. Com a bolsa cheia de fotografias preto-e-branco de si mesma, ela tomou o primeiro ônibus que saía para o Rio de Janeiro.
Maria tinha certeza que Cristina não conseguiria ganhar dinheiro com facilidade. Sabia, entretanto, que ela era teimosa demais para desistir. Quando o orgulho se encontra com a fome, o ser humano faz coisas que jamais pensava fazer antes. Tendo conhecimento disto, Maria começou suas busca. Bares, hotéis, boates, qualquer lugar onde pudesse ha-ver uma meretriz ou prostituta. Foi a todos. E em cada lugar deixou sua foto — colada no espelho do banheiro, pregada num quadro de avisos de hotel, presa numa cabine telefônica. E no verso de cada uma escreveu uma nota.
Não demorou muito para que o dinheiro e as fotografias acabassem e Maria teve de voltar para casa. A mãe cansada chorou enquanto o ônibus iniciava sua longa jornada de volta para sua cidadezinha.
Algumas semanas depois a jovem Cristina desceu as escadas do hotel. Seu rosto mostrava-se pálido. Seus olhos castanhos não dançavam mais, alegres e buliçosos, mas falavam de sofrimento e medo. Seu riso se fora. Os sonhos que tivera se transformaram em pesadelo. Mil vezes quisera trocar aqueles inúmeros leitos por seu catre seguro. Todavia, a cidadezinha em que vivera se tornara de muitas formas distante demais.
Ao chegar ao pé da escada, seus olhos notaram um rosto familiar. Ela olhou de novo e ali no espelho do saguão estava uma fotografia da mãe. Os olhos de Cristina queimaram e sua garganta contraiu-se, enquanto atravessava o salão e removia a pequena foto. Escrita no verso da mesma, achava-se este convite atraente: "O que quer que você tenha feito, o que quer que se tenha tornado, não importa. Por favor, volte para casa."
Foi o que ela fez.
"Ele (o Filho) que é o resplendor da glória e a expressão exata do seu Ser..."
de Max Lucado
segunda-feira, 28 de novembro de 2011
"... para Deus não haverá impossíveis..."
Lucas 1:37
Lá nas concavidades dos Alpes, todos os anos, Deus opera uma de suas maravilhas. Formam-se ali poças de neve; seus bordos ficam como que debruados de gelo endurecido por causa da exposição ao sol do dia e ao frio da noite; e através daquela crosta de gelo, surgem, preservadas, mimosas flores. No verão anterior, a pequena soldanela (florzinha dos alpes) espalhou até longe suas folhas, bem rente ao chão, para beber os raios de sol, e os armazenou em suas raízes durante o inverno. Então veio a primavera e despertou-a, mesmo sob a neve. Ela brotou, e foi-lhe dado calor, em tão estranha medida que derreteu uma pequena abóbada de neve, acima de sua cabeça, formando uma bolsa de ar.
E a plantinha cresceu. E sempre, acima dela, foi subindo a bolsa de ar, até se formar o botão, seguro ali dentro. Finalmente o gelo que cobria a bolha de ar cedeu, e a flor encontrou o caminho para o sol. E a textura cristalina de suas pétalas lilases brilha como a própria neve, como se ela trouxesse em si os traços do caminho por onde passou.
E a florzinha frágil faz vibrar em nosso coração uma corda que nenhuma das belas flores aqui de baixo seria capaz de atingir: Nós gostamos de ver acontecer o impossível. E Deus também.
Persista ousadamente até o fim; lance fora toda sombra de esperança no humano, pois que é um total obstáculo ao divino; ajunte todas as dificuldades conhecidas e ainda todas as outras que encontrar, pois nada poderá jamais ultrapassar a capacidade de Deus operar o impossível. Estenda a ele a mão da fé. Ele é o Deus dos impossíveis. - Selecionado
Operando eu, quem impedirá? (Isaías 43:13)
Lá nas concavidades dos Alpes, todos os anos, Deus opera uma de suas maravilhas. Formam-se ali poças de neve; seus bordos ficam como que debruados de gelo endurecido por causa da exposição ao sol do dia e ao frio da noite; e através daquela crosta de gelo, surgem, preservadas, mimosas flores. No verão anterior, a pequena soldanela (florzinha dos alpes) espalhou até longe suas folhas, bem rente ao chão, para beber os raios de sol, e os armazenou em suas raízes durante o inverno. Então veio a primavera e despertou-a, mesmo sob a neve. Ela brotou, e foi-lhe dado calor, em tão estranha medida que derreteu uma pequena abóbada de neve, acima de sua cabeça, formando uma bolsa de ar.
E a plantinha cresceu. E sempre, acima dela, foi subindo a bolsa de ar, até se formar o botão, seguro ali dentro. Finalmente o gelo que cobria a bolha de ar cedeu, e a flor encontrou o caminho para o sol. E a textura cristalina de suas pétalas lilases brilha como a própria neve, como se ela trouxesse em si os traços do caminho por onde passou.
E a florzinha frágil faz vibrar em nosso coração uma corda que nenhuma das belas flores aqui de baixo seria capaz de atingir: Nós gostamos de ver acontecer o impossível. E Deus também.
Persista ousadamente até o fim; lance fora toda sombra de esperança no humano, pois que é um total obstáculo ao divino; ajunte todas as dificuldades conhecidas e ainda todas as outras que encontrar, pois nada poderá jamais ultrapassar a capacidade de Deus operar o impossível. Estenda a ele a mão da fé. Ele é o Deus dos impossíveis. - Selecionado
Operando eu, quem impedirá? (Isaías 43:13)
quinta-feira, 24 de novembro de 2011
“Onde não há revelação divina, o povo se desvia”
Provérbios 29.18
É importante termos sonhos e visões em nossas vidas. Ficamos atrofiados se não tivermos algo para alcançar. Deus nos criou para que tivéssemos metas. Precisamos olhar além de onde estamos.Nossos sonhos e visões são simplesmente uma esperança de um amanhã melhor. Quando Deus planta uma semente de algo em nossos corações, ele planta uma possibilidade e não uma certeza. Esta semente precisa ser bem cuidada.
Freqüentemente o Senhor tenta plantar algo em nossos corações e falhamos em conceber que Ele realmente pretende fazer o que diz. Temos que nos lembrar que não podemos nos “engravidar” de uma visão ou um sonho se não estivermos prontos para o conceber. Tudo isso acontece em nossos pensamentos.
Temos que crer que alguma coisa é possível. Temos que ser capazes de “dar luz” a estes planos em nossos pensamentos. Se passarmos da concepção, ainda teremos a gravidez pela frente. Existe muita preparação e planejamento antes do nascimento. Satanás faz tudo que pode para que abortemos nossos sonhos e visões.
Deus tem uma visão para a sua vida e Ele deseja plantar isto em seu coração. Não aborte espiritualmente. Deixe nascer tudo aquilo que Deus plantou em você.
Fale assim:
“Não desistirei dos sonhos e das visões que Deus plantou em meu coração. Estou determinado a vê-los cumpridos”.
É importante termos sonhos e visões em nossas vidas. Ficamos atrofiados se não tivermos algo para alcançar. Deus nos criou para que tivéssemos metas. Precisamos olhar além de onde estamos.Nossos sonhos e visões são simplesmente uma esperança de um amanhã melhor. Quando Deus planta uma semente de algo em nossos corações, ele planta uma possibilidade e não uma certeza. Esta semente precisa ser bem cuidada.
Freqüentemente o Senhor tenta plantar algo em nossos corações e falhamos em conceber que Ele realmente pretende fazer o que diz. Temos que nos lembrar que não podemos nos “engravidar” de uma visão ou um sonho se não estivermos prontos para o conceber. Tudo isso acontece em nossos pensamentos.
Temos que crer que alguma coisa é possível. Temos que ser capazes de “dar luz” a estes planos em nossos pensamentos. Se passarmos da concepção, ainda teremos a gravidez pela frente. Existe muita preparação e planejamento antes do nascimento. Satanás faz tudo que pode para que abortemos nossos sonhos e visões.
Deus tem uma visão para a sua vida e Ele deseja plantar isto em seu coração. Não aborte espiritualmente. Deixe nascer tudo aquilo que Deus plantou em você.
Fale assim:
“Não desistirei dos sonhos e das visões que Deus plantou em meu coração. Estou determinado a vê-los cumpridos”.
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