Ministério Clevam

Ministério Clevam
A Igreja que cresce em amor

quarta-feira, 18 de janeiro de 2012

Graças, porém, a Deus que em Cristo sempre nos conduz em triunfo. (2 Co 2.14.)

De aparentes derrotas Deus tira as Suas maiores vitórias. Muitas vezes o inimigo parece triunfar temporariamente, e Deus assim permite. Depois então Ele confunde toda a obra do inimigo, desfaz sua aparente vitória e, como diz a Escritura, "transtorna o caminho dos ímpios". Assim Ele nos leva a experimentar uma vitória muito maior do que se não tivesse permitido ao inimigo um aparente triunfo no início.
A história dos três moços hebreus lançados na fornalha ardente é bastante conhecida, e nos traz um exemplo de vitória aparente do inimigo. Parecia que os servos do Deus vivo iam sofrer uma terrível derrota. Por certo todos nós já estivemos em situações onde parecíamos derrotados — e o inimigo se regozijava. Podemos imaginar a derrota completa que os três jovens pareciam estar sofrendo: lançados na fornalha, com os inimigos observando para vê-los arder naquelas chamas. Porém, em que grande pasmo ficaram estes ao vê-los passeando dentro do fogo! E Nabucodonosor falou-lhes: "Saí e vinde". Nem um fio de cabelo estava queimado e nem havia cheiro de fogo em suas vestes, "porque não há outro Deus que possa livrar como este".
Essa aparente derrota resultou em extraordinária vitória. Suponhamos que aqueles três homens tivessem perdido a fé e a coragem e tivessem murmurado, dizendo: "Por que Deus não nos livra de irmos para a fornalha?" Teriam sido queimados, e Deus não teria sido glorificado.
Se hoje passarmos por uma grande provação, não a tomemos como derrota, mas continuemos, pela fé, a declarar vitória por intermédio daquele que é poderoso para fazer-nos mais do que vencedores: uma gloriosa vitória logo aparecerá. Aprendamos que, em todos os lugares difíceis a que Deus nos leva, Ele está criando oportunidades para exercitarmos a nossa fé, de tal forma que ela traga resultados positivos e glorifique o Seu nome. — Life of Praise.
 
O temporal nos faz buscar abrigo.
A tempestade no viver,
Embora queira parecer
Vitória do inimigo,
Nos leva a procurar,
E então a conhecer
De perto
O grande Amigo!
Por isso, aos temporais que me afligiram,
Hoje eu bendigo.

segunda-feira, 16 de janeiro de 2012

“Porque Deus amou ao mundo de tal maneira que deu (até mesmo) o seu filho unigênito, para que todo o que nele crê (confia, conta com, se agarra) não pereça, mas tenha a vida eterna”.

 Jo 3:16

João 3:16 nos diz que Deus amou o mundo de tal maneira que Ele deu o seu único filho como sacrifício por Ele.
Deus ama você! Você é especial para Ele. Deus não o ama porque você é bom ou porque faz tudo certinho. Ele o ama porque Ele é amor. Amor não é algo que Deus faz; é o que Ele é. Essa é a natureza dEle.
O amor de Deus é puro e flui eternamente. Ele não pode ser ganho ou merecido. Ele tem que ser recebido pela fé.
Em Efésios 3:19 Paulo ora para que venhamos a conhecer verdadeiramente o seu amor. E quando nós o fazemos, somos fortalecidos no homem interior. Quando estamos fortes interiormente, as dificuldades não podem nos derrotar externamente.
Se você não o tiver recebido, não poderá distribuí-lo. Deixe que Deus lhe ame. Receba o  amor que Ele tem por você. Se banhe neste amor. Medite sobre ele. Deixe que ele te fortaleça. Então o distribua.

Diga isto:
“Deus me ama. Sou especial para Ele. Eu recebo seu amor eterno hoje e estou fortalecido no meu interior”.

Por Joyce Meyer

segunda-feira, 9 de janeiro de 2012

"Porque para mim tenho por certo que os sofrimentos do tempo presente não podem ser comparados com a glória a ser revelada em nós."

Romanos 8:18

Há um fato curioso a respeito da mariposa imperial: ela sai do casulo por uma abertura que nos parece pequeno demais para o seu corpo. E, interessante, não deixa vestígio de sua passagem: um casulo vazio é tão perfeito como um casulo ocupado. Vim a saber que, segundo se supõe, a exígua abertura desse casulo é uma provisão da natureza para forçar a circulação dos humores nas asas da mariposa, asas que ao tempo da eclosão são menores que as de outros insetos congêneres.
Certa vez guardei por bom tempo um desses casulos, que têm interessante forma cilíndrica. Estava ocupado. Eu anelava por ver chegar o dia da saída do inseto. Finalmente o dia esperado chegou: e lá fiquei eu uma manhã inteira, interrompendo a todo o momento o meu serviço, para observar a trabalhosa saída da mariposa.
Mas no meu entender, aquela saída esta trabalhosa demais! Pensei que talvez fosse por ter o casulo ficado tanto tempo fora de seu habitat, quem sabe sob condições desfavoráveis. Podia ser que suas fibras se tivessem ressecado ou enrijecido. E agora o pobre inseto não teria condições de sair dali.
Depois de muito pensar, arvorando-me em mais sábio e compassivo que seu Criador, resolvi dar-lhe uma pequena ajuda. Tomei uma tesoura e dei um pique no fiozinho que lhe embaraçava a saída. Pronto! Sem mais dificuldades, lá saiu a minha mariposa, arrastando um corpo intumescido. Fiquei atento e curioso para ver a expansão de suas asas encolhidas, o que é um espetáculo admirável aos olhos do observador. Olhava curiosamente aqueles minúsculos pontos coloridos, ansioso por vê-los dilatarem-se, formando os desenhos que fazem da mariposa imperial a mais bela de sua espécie. Mas, nada... E o fenômeno nunca se deu!
Em minha pressa de ver o inseto em liberdade, em havia, sem o saber, impedido que se completasse o laborioso processo que estimularia a circulação nos minúsculos vasos de suas asas! E a minha mariposa, criada para voar livremente pelos ares, atravessou sua curta existência arrastando um corpo disforme, com asas atrofiadas.
Muitas e muitas vezes tenho-me lembrado desta mariposa quando observo, com olhos compassivos, pessoas que se estão debatendo em meio a sofrimento, angústias e dores. Eu de bom grado lhes cortaria a disciplina e daria liberdade. Homem sem visão! Qual dessas dores poderia sem dano ser ocupada? A perfeita visão, o perfeito amor, que deseja a perfeição de seu objeto, não recua por uma fraqueza sentimental diante do sofrimento presente e transitório. O amor de nosso Pai é muito verdadeiro para fraquejar. Porque ele ama a seus filhos. Ele os corrige, a fim de fazê-los participantes da sua santidade. Com este glorioso fim em vista, ele não nos poupa o pranto. Aperfeiçoados através do sofrimento, como seu Irmão mais velho, os filhos de Deus são exercitados na obediência e trazidos à glória, através de muita tribulação. - de um folheto