Ministério Clevam

Ministério Clevam
A Igreja que cresce em amor

sexta-feira, 14 de outubro de 2011

HONESTIDADE NOS NEGÓCIOS

“Balança enganosa é abominação para o Senhor, mas o peso justo é o seu prazer.”
Pv 11.1

A lei do levar vantagem em tudo está na moda. Vivemos a cultura da exploração desde a descoberta do Brasil. Nossos colonizadores vieram para o Brasil para explorar suas riquezas e não para investir nesta terra. Essa tendência ainda permanece nas relações comerciais. A falta de integridade nos negócios é um mal crônico. A balança enganosa é um símbolo dessa desonestidade. Nos dias do profeta Amós, os ricos vendiam o produto inferior do trigo, por um peso menor, por um preço maior, a fim de explorar os pobres e encher os seus cofres com riquezas mal adquiridas.

Esquecem-se os avarentos que Deus abomina a balança enganosa. Ele não tolera a desonestidade nas transações comerciais, pois o peso justo é o seu prazer. A riqueza da impiedade, fruto da corrupção, produto do roubo e da exploração, granjeada sem trabalho honesto e sem a bênção de Deus, traz pesar e desgosto. Essas riquezas tornar-se-ão combustível para a própria destruição daqueles que as acumularam. A bênção de Deus, porém, enriquece e não traz desgosto.

Ore


Santo Deus, tu és justo e bom! Sei que não toleras corrupção e maldade. Ajuda-me a viver sempre em honestidade e verdade para o louvor de tua glória. Em nome de Jesus. Amém.

quinta-feira, 13 de outubro de 2011

GUARDAR SEGREDO É SENSATO

“O mexeriqueiro descobre o segredo, 
mas o fiel de espírito o encobre.”
Pv 11.13

Um indivíduo que não guarda segredo perde a confiança das pessoas. Quem tem língua solta torna-se uma ameaça para as pessoas. O mexeriqueiro é um assassino de relacionamentos. As pessoas que vivem bisbilhotando a vida alheia à procura de informações sigilosas para espalhá-las com malícia tornam-se agentes de intrigas e inimizades. A Bíblia diz que o pecado que mais Deus odeia é espalhar contendas entre os irmãos. O mexeriqueiro não apenas descobre o segredo das pessoas, mas ao divulgá-los, com astúcia e maldade, destrói a reputação delas. Não é assim a vida de um indivíduo fiel.

Ele é confiável. Com ele podemos abrir o coração, na certeza de que não nos desprezará por causa de nossas fraquezas nem as espalhará ao vento para nos envergonhar. O fiel de espírito encobre o segredo das pessoas em vez de descobri-lo. Ele protege o próximo em vez de expô-lo ao ridículo. Ele é agente de vida e não coveiro da morte. É bálsamo que consola a alma e não vinagre na ferida. É instrumento de Deus que cura e não agente do maligno que fere e mata.

Ore


Pai eterno, quero ser alguém com quem as pessoas podem contar. Tu dizes na Palavra que a fidelidade é agradável aos teus olhos. Lutarei por ser fiel a ti e ao meu próximo. Em nome de Jesus. Amém!

quarta-feira, 12 de outubro de 2011

"E o senhor de José o tomou e o lançou no cárcere... O Senhor, porém, era com José... e tudo o que ele fazia o Senhor prosperava."

Gênesis 39:20-23

Quando Deus nos deixa ir para a prisão por causa do seu serviço, e vai para lá conosco, é como se a prisão fosse o lugar mais feliz do mundo para se estar. José parece ter provado isto. Ele não ficou amuado e desanimado ou rebelde porque tudo era contra ele. Não; senão o carcereiro não teria confiado nele daquela maneira. Parece que José nem chegou a ter autopiedade.
Lembremo-nos de uma coisa: se deixarmos a autopiedade se alojar em nós, será o nosso fim - até que ela seja completamente afastada de nós. José simplesmente deixou todas as coisas com Deus, em alegre confiança, então o carcereiro deixou tudo com José.


Senhor Jesus, quando as portas da prisão se fecharem sobre mim, conserva-me confiante e conserva abundante e completo o meu gozo. Prospera a tua obra através de mim, na prisão: mesmo ali faze-me verdadeiramente livre.
Aprendi a amar o escuro da tristeza, porque ali vejo o brilho da sua face. - Mme Guyon.